segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Atos persistentes e suas consequências

Primeiro a paixão, o amor... Depois uma decepção, outra e mais outra... e de novo, e mais uma vez... E você começa a rezar para que venha a indiferença, para que você simplesmente, se esqueça, não se importe em perder noites, não se preocupe mais... mas não é ela que virá primeiro, não se você ama de verdade. É o ódio, a raiva... é o pensamento de que ninguém tem o direito de te fazer sofrer assim, e isso realmente vai te deixar com raiva... primeiro uma raivinha, e depois um ódio com direito a xingamentos, e aí você poderá estar certa, de que o fim é agora, ou está próximo. Você o odeia por ama-lo e mais que isso, por todas as coisas que ele faz. Até que o amor se reduz, e sobra apenas a segunda opção, todas as coisas que ele te fez passar. E por fim, após o fim, quando não existir mais nenhum vestigio de amor, e depois que a raiva e o ódio amenizarem, o que geralmente são correlacionados, sobra apenas uma coisa. A indiferença, se vocês se encontrarem, você irá comprimentá-lo por educação, mas não estará interessada em seus problemas, em sua família, nada. A amizade será totalmente inviável.

2 comentários:

E. disse...

Que texto intenso. o.O
É seu? *.*

L.C. Logan disse...

Bem, me falta a capacidade de sentior indiferença, at´´e a finjo bem, mas na verdade por dentro sabe, s´´o queria poder entrar nesse mundo again...